“Deixa eu te ajudar a escolher o que você precisa. Assim você termina mais rápido”. Sai do hortifruti sorrindo e imediatamente chamei de “contrato colaborativo”.

 

Costumo aproveitar as atividades do cotidiano para fazer paralelos com os temas que eu gosto. Além de fixar o conteúdo, ajuda a passar o tempo.

Resolvi então aproveitar o sábado para colocar em prática esse estranho hábito durante as compras no supermercado.  Alinhei com a esposa o que ela gostaria que eu comprasse (feijão, arroz e legumes), quanto gastar e as marcas a serem evitadas – chamei isso de “escopo com restrições”!

No caminho para o carro, encontrei com o vizinho do condomínio em que moro. Uma pessoa que faz questão de contrapor qualquer iniciativa do síndico, preferindo sempre destacar seus erros ao invés de todas as melhorias que trouxe para os moradores – chamo meu vizinho de “stakeholder detrator”!

Cheguei ao supermercado com a lista da família em mãos. Uma marca grifada, com presença constante nas mídias e uma relação custo-benefício questionável. Com seus infinitos corredores, confesso que tive dificuldade para achar alguns produtos, mas ao tentar perguntar para um profissional identificado onde eu poderia achar o que precisava, recebi a seguinte resposta: eu só cuido dessa área aqui, você terá que perguntar para outra pessoa.

Também tentei comprar a quantidade de legumes que eu precisava, e não o pacote fechado. Me disseram que eu deveria levar o pacote todo ou nada de legumes naquele dia.  Desisti dos legumes, levando só o feijão e o arroz. Não fosse o bastante, eu e outros consumidores amargamos um tempo na fila de pagamento pois apesar de ser uma grande rede, haviam poucos caixas disponíveis e nenhum sinal de reação da gerência – por sua organização em silos, rigidez no relacionamento com o cliente e barreiras de coordenação, chamei essa experiência de “contrato tradicional”.

Na última parada antes de voltar para casa, entrei no hortifruti da esquina para comprar os legumes que estavam faltando. Fui recebido pelo dono com um sorriso. Ele prontamente me informou o que estava em promoção naquele dia. Disse ainda que o preço estava bom por ter privilegiado produtores locais e perguntou se eu gostaria de experimentar alguma coisa, por conta da casa.

Agradeci a oferta e respondi que estava com pressa pois havia perdido muito tempo no supermercado grifado. Ele então me disse: “Deixa eu te ajudar a escolher o que você precisa. Assim você termina mais rápido”. Sai do hortifruti sorrindo e imediatamente chamei de “contrato colaborativo”.

 

A Verum Partners tem larga experiência em Cultura Ágil, Gestão de Contratos, transformação digital, implantação de Lean, BIM, e metodologia AWP como a base para o gerenciamento de seus projetos, explorando a capacidade dessa metodologia de abranger todas as áreas de conhecimento e níveis de gerenciamento, sendo base para a integração entre engenharia, suprimentos, construção e comissionamento.
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Autor: Márcio Barroso, Tribe Leader  - Contracts na VerumPartners.